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09 junho 2016
19 dezembro 2012
O Túnel do Absolutamente Absurdo
Outro dia a minha amiga Bibi escreveu esse textinho no Facebook dela. Achei tão lindo que tive que fazer uma versão em quadrinhos.
Esse é o espírito para viver o próximo ano.
Esse é o espírito para viver o próximo ano.
28 novembro 2012
O Sentido da Vida
Outro dia eu estava conversando com uma amiga minha ela disse "O cara que controla o 'The Sims' da minha vida só pode estar de sacanagem! Ele deve estar morrendo de rir."
Ou como disse um outro amigo meu numa pecinha de teatro que ele escreveu sobre o Rei Lear: "As flies to wanton boys are we to th' gods, They kill us for their sport."
Ou como disse um outro amigo meu numa pecinha de teatro que ele escreveu sobre o Rei Lear: "As flies to wanton boys are we to th' gods, They kill us for their sport."
23 novembro 2012
Exercício de futilidade
Hum, só depois que eu já tinha feito a tira que eu lembrei de uma vez que eu levei à um show uma moça com quem eu estava saindo e ela brigou comigo porque eu "batia palmas demais ao final das músicas." Ok...
Outro dia eu estava conversando com uma amiga sobre a bizarrice dos foras que eu já tomei e ela me disse que eu deveria fazer uma série de tiras sobre isso, afinal algumas histórias são realmente inacreditáveis. Mas decidi não fazer isso pois o resultado seria um longo bestiário sobre a estupidez humana protagonizada por mulheres, o que me renderia infinitos xingamentos e acusações de misoginia e machismo.
Não que os homens não façam as mesmas coisas com as mulheres, mas se eu for contar as minhas histórias, não tem como eu falar sobre o lado das mulheres da situação.
Enfim, talvez um dia eu faça um livro chamado "Meus Problemas com as Mulheres"... ops, o Crumb já fez isso... e rendeu para ele infinitos xingamentos e acusações de misoginia e machismo, então é melhor não fazer.
Outro dia eu estava conversando com uma amiga sobre a bizarrice dos foras que eu já tomei e ela me disse que eu deveria fazer uma série de tiras sobre isso, afinal algumas histórias são realmente inacreditáveis. Mas decidi não fazer isso pois o resultado seria um longo bestiário sobre a estupidez humana protagonizada por mulheres, o que me renderia infinitos xingamentos e acusações de misoginia e machismo.
Não que os homens não façam as mesmas coisas com as mulheres, mas se eu for contar as minhas histórias, não tem como eu falar sobre o lado das mulheres da situação.
Enfim, talvez um dia eu faça um livro chamado "Meus Problemas com as Mulheres"... ops, o Crumb já fez isso... e rendeu para ele infinitos xingamentos e acusações de misoginia e machismo, então é melhor não fazer.
03 fevereiro 2012
06 janeiro 2012
Youtube
Ainda quero compreender a necessidade humana de ver coisas que depois a gente vai se arrepender de ter visto, seja o vídeo da mulher espancando o cachorro, a outra mulher lambendo a privada, de um viciado em Krokodil tendo a perna amputada ou o clipe do Michel Teló. Mas o youtube é apenas uma versão moderna do antigo ritual de fazer uma rodinha de pessoas, ou passar devagarinho perto de um acidente de carro para ver se consegue enxergar algum cadáver.
A mesma coisa acontece com filmes de terror. Porque as pessoas vêem filmes de terror se vão ficar tapando os olhos metade do filme e depois dizendo que ficaram com medo?
Esses humanos são malucos...
A mesma coisa acontece com filmes de terror. Porque as pessoas vêem filmes de terror se vão ficar tapando os olhos metade do filme e depois dizendo que ficaram com medo?
Esses humanos são malucos...
07 dezembro 2011
Tolerância
Quanto mais eu convivo com as pessoas, mais eu me convenço de que todos temos um pequeno totalitário dentro de nós. É muito fácil exigirmos "liberdade de expressão" e "tolerância" para as pessoas com quem concordamos. (Lembrei agora da famosa frase do ex-presidente Figueiredo sobre a abertura política e democratização do Brasil: "Quem for contra a abertura, eu prendo e arrebento!")
O difícil é darmos a liberdade de expressão para as pessoas com quem não concordamos.
O difícil é darmos a liberdade de expressão para as pessoas com quem não concordamos.
16 novembro 2011
Midia
Era uma vez um país controlado por uma emissora de TV. Ela mentia e manipulava as pessoas, mas as pessoas se sentiam felizes assim, pois não tinham outra fonte de informação. Hoje existem vários veículos de informação, mas cada um contando uma versão própria, com informações completamente diferentes sobre os fatos. Em quem acreditar? Normalmente as pessoas acabam usando um filtro ideológico. Quem é da esquerda acha que veículos com opiniões de esquerda sempre falam a verdade e os de direita sempre mentem. Quem é de direita acha que veículos com opiniões de direita sempre falam a verdade e os de esquerda sempre mentem. E por aí vai. Eu acho que todas as mídias tem o poder de mentir e distorcer para defender o seu lado e seus interesses, e provavelmente estão fazendo isso, afinal a mídia é feita por humanos, não? Ainda estou tentando aprender a lidar com a enxurrada de informações desencontradas, não verificáveis e passionais da vida contemporânea.
27 outubro 2011
Aniversário do Mauricio de Sousa
Opa, hoje é aniversário do Mauricio de Sousa, e os quadrinhistas pelo mundo afora resolveram fazer a milhonésima homenagem ao homem, que merece todas essas homenagens e um pouco mais. Para essa homenagem eu usei o Do Contra, o personagem mais legal entre os mais novos.
Outra homenagem que eu fiz a ele pode ser vista clicando aqui.
Abraços
Outra homenagem que eu fiz a ele pode ser vista clicando aqui.
Abraços
26 outubro 2011
19 outubro 2011
O limite do Humor
Essa semana gravamos mais um episódio do Café com HQ e acabou rolando uma pequena discussão (pequena, porque esse é um assunto interminável) sobre o limite do humor. Tem muito para falar a respeito, mas outro dia li uma colocação do Laerte sobre o assunto que eu acho que diz muita coisa:
"Humor não tem nada a ver com "gosto" (de resto, acho que "gosto", em si, é um conceito discutibilíssimo). É uma linguagem altamente sofisticada e não deve ter limite algum, como qualquer outra forma de expressão. O que não se pode é pretender que ele, humor, seja um discurso sem conteúdo ideológico. Não acredito em humor neutro, assim como não acredito em neutralidade na arte e na ciência. Brasileiros, em relação ao humor como em relação a muitos outros itens, mantém um padrão ambíguo de reação: por baixo do pano se apoia e se pratica, em frente às câmeras se indigna e exige providências."
"Humor não tem nada a ver com "gosto" (de resto, acho que "gosto", em si, é um conceito discutibilíssimo). É uma linguagem altamente sofisticada e não deve ter limite algum, como qualquer outra forma de expressão. O que não se pode é pretender que ele, humor, seja um discurso sem conteúdo ideológico. Não acredito em humor neutro, assim como não acredito em neutralidade na arte e na ciência. Brasileiros, em relação ao humor como em relação a muitos outros itens, mantém um padrão ambíguo de reação: por baixo do pano se apoia e se pratica, em frente às câmeras se indigna e exige providências."
01 setembro 2011
27 junho 2011
Festa Junina
Sério, eu nunca entendi essa festa em homenagem a São João. Mas, pensando bem, ela até faz sentido se compararmos com a celebração da páscoa (um coelho humanóide dá ovos de chocolate para comemorar a ressurreição de Cristo) e o Natal (um velho gordo vestido de vermelho distribui presentes em um cenário nórdico para comemorar um nascimento que aconteceu no oriente médio).
08 junho 2011
05 junho 2011
Manual passo-a-passo de como (não) encontrar a namorada perfeita
É isso aí, pessoal, o dia dos namorados está aí, tá na hora de se agilizar! Essa semana ainda sai o Manual passo-a-passo de como (não) encontrar um namorado perfeito.Fiquem de olho, meninas.
22 março 2011
O chargista e o tsunami
Nos últimos dias, alguns chargistas foram criticados por “fazer piada” com a situação no Japão. Fiquei pensando sobre isso. Não se pode fazer charge sobre um desastre? Mas esses profissionais não são pagos pelos seus jornais exatamente para falar de atualidades? Cheguei a conclusão que a diferença está entre “fazer charge” e “fazer piada”.
O termo “charge” vem do francês e significa carregar, exagerar ou “atacar violentamente”, como uma “carga” de cavalaria. (tirei essa informação do livro “Caricatura” do Joaquim da Fonseca). Mas não só por definição, historicamente a charge é uma forma de caricaturizar um acontecimento atual, realçando certas características e nuances para destacá-las, assim como quando se faz uma caricatura de uma pessoa. Para fazer uma charge é preciso entender profundamente a situação e, principalmente, ter uma opinião sobre essa situação para ser demonstrada. A charge serve para mostrar ao leitor a situação sob um ponto de vista que talvez ele não tenha , ou salientar algo que talvez ele não tenha se dado conta, e fazer isso de uma maneira bem humorada. Se o leitor vai concordar com a opinião do chargista ou não, aí já são outros quinhentos.
Sim, o chargista do jornal deveria ser mais um “colunista” do jornal. Aquele que é pago para analisar os acontecimentos e expressar opiniões (e receber milhares de cartas de pessoas que amam as suas idéias ou que o odeiam profundamente) e não um “humorista”.
O problema é que fazer isso é difícil. É preciso ter opiniões, é preciso pesquisar e é fundamental estar disposto a ser criticado, afinal quem critica tem que ter disposição para ouvir críticas. É muito mais fácil (para o chargista e para o editor do jornal) fazer piadas sobre os lugares comuns e não apresentar nada de novo para o leitor.
E é assim que são (muitas, não todas) as charges que tenho visto nos jornais. Como disse um amigo meu, “não leio mais charges, pois elas se transformaram em chutar quem está caído”. Só se fala mal de quem já está derrotado pela opinião pública. O caminho foi distorcido. O chargista não é mais um formador de opinião, alguém que apresenta idéias para o leitor, ele virou alguém que faz piada reafirmando o senso comum a respeito de um assunto... quando chega a reafirmar um senso comum, porque muitas vezes nem a isso ele chega.
Mas e o Japão? O que falar sobre o Japão? É possível ter um posicionamento crítico sobre um desastre natural? Acho que não. Podemos ter um pensamento crítico em relação às coisas humanas, por exemplo, o preparo que os japoneses tem para essa tipo de evento e a comparação com o que aconteceria se algo parecido sucedesse no Brasil. Criticar a forma como o Brasil, o governo e o povo brasileiro reagiriam a essa desastre. Isso talvez desse boas charges.
O trabalho do chargista é analisar os fatos (no caso, o tsunami, o acidente nuclear, etc) e as reações das pessoas em relação a eles. O resto são desenhistas que não entendem a própria profissão fazendo piada sobre o desastre e perdendo uma ótima oportunidade de falar sobre o ser humano.
18 novembro 2010
Homenagem ao Calvin & Haroldo
Opa, hoje, dia 18 de novembro de 2010 é aniversário de 25 anos da publicação da primeira tirinha de Calvin e Haroldo. Para quem não sabe, foi essa aqui.
Bom esse desenho aí em cima eu fiz a um tempo atrás para uma proposta de "Como seria o Calvin mais velho?" resolvi desenhar ele bem velhinho.
Só fico triste que, daqui a pouco, vai ter a "comemoração" dos 15 anos sem tiras inéditas do Calvin...
Bom esse desenho aí em cima eu fiz a um tempo atrás para uma proposta de "Como seria o Calvin mais velho?" resolvi desenhar ele bem velhinho.
Só fico triste que, daqui a pouco, vai ter a "comemoração" dos 15 anos sem tiras inéditas do Calvin...
22 abril 2010
Tirinha horrorosa dos bizarrinhos- Viver é...
Agora farei sucesso sendo um desenhista tosco com orgulho e um roteirista pseudo-filosófico de mau-humor.... not. (Mas fica a dica para quem está começando nos quadrinhos. Não aprenda a desenhar nem leia livros de verdade. Isso é perda de tempo.)
15 outubro 2009
Aleja's Lifestyle - Aleja vai a Escola
Bom, então parabéns aos professores pelo seu dia, e o desejo que vocês sejam melhores do que os professores que eu tive.
20 julho 2009
Chegada do Homem à Lua - Cartum do fundo do Baú

Anda-le, anda-le!
Antes de mais nada. Não, eu não desaprendi a desenhar. Esse cartum aí em cima é uma colaboração que eu fiz para a Zero-Hora em 1999, quando se deu a comemoração de 30 anos da chegada do homem à lua. O desenho é tosco, eu sei, mas eu ainda gosto da piada.
Continuando, hoje, 20 de julho de 2009, é aniversário de 40 anos da chegada do homem à lua, feito que não cansa de me impressionar. Sério, aquela expedição tinha tudo para dar errado, e pelo visto não sou só eu que acho isso. O Nixon já tinha até um discurso pronto para o caso de dar tudo errado. Mas, o negócio era aquele, os russos já estavam no espaço e os americanos tinham que fazer algo melhor, então foram para a lua assim que tiveram um mínimo de condições para fazer isso.
Fico impressionado ao pensar que o meu celular é um computador milhares de vezes mais potente do que todos os da NASA juntos naquela época (e eu me perco no centro de Porto Alegre). Era praticamente tudo mecânico e manual. E quando a gente vê o que aconteceu com a Apollo 13, ou com a Challenger, a gente tem que admitir que, além de tudo, os caras tiveram muita sorte.
Espero viver o suficiente para ver o homem chegar em Marte, pelo menos, e se eu puder ir, melhor ainda.
Abraços
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