Esse negócio de ter um abismo com uma plaquinha escrito "Eco" é algo que só existe em histórias em quadrinhos, ou alguém já viu isso?
31 julho 2008
Eco
Esse negócio de ter um abismo com uma plaquinha escrito "Eco" é algo que só existe em histórias em quadrinhos, ou alguém já viu isso?
29 julho 2008
Menina
Estudo que eu fiz para um trabalho "artístico".Minha mãe olhou e disse "Que bonitinha a menininha" e eu respondi "Mãe, é uma menina zumbi correndo para atacar uma pessoa!"
Na verdade não é uma menina zumbi, e ela está correndo porque está empinando uma pandorga (que não aparece no desenho), mas se a minha mãe perguntar, vocês confirmem a história do zumbi.
28 julho 2008
Tempestade do Século
27 julho 2008
Calçando os tênis - Final alternativo
25 julho 2008
Sketchbook
24 julho 2008
Aleja's Lifestyle - Cada louco tem sua mania
Não sei quanto a vocês, mas eu arranco metade da cara fazendo a barba. Se eu tivesse um emprego que me obrigasse a fazer a barba todos os dias, eu ia precisar de uma transfusão de sangue semanal, além de provavelmente acabar ficando com a cara do Coringa depois de um tempo. Ou deixaria a barba crescer... mas ficar com a cara do Coringa seria bem mais divertido.Aprender a fazer a barba sem se cortar está fora de cogitação.
23 julho 2008
Super Fast Food
Ahã, ó, gente, acertei uma parceria com o pessoal do Bosta Azeda e eles colocaram um bannerzinho do Contratempos Modernos lá no site deles, assim como eu adicionei o site deles aqui nos "Outros Contratempos Legais". É bem divertido, entrem lá e confiram com seus próprios olhos.
22 julho 2008
Heróis não tem descanso!
21 julho 2008
Novo feed do Contratempos Modernos

Gente, o Contratempos Modernos agora tem feed do Feedburner. Porquê a mudança? Para pelo menos eu poder saber quantas pessoas assinam o feed além da Raquel, além das várias outras coisinhas legais que o Feedburner oferece. Espero não encontrar problemas com isso.
Mas para quem não sabe o que é um feed... bom, a princípio eu me sinto lisonjeado, porque o Contratempos Modernos deve ser o único blog que essa pessoa olha, e se você só olha um blog, você não precisa ser assinante de um feed.... mas sempre tem alguém que não sabe, então lá vai.
Você olha 250 blogs por dia e acha um saco ter que passear por todos eles? Você tem um amigo chato (sim, ninguém divertido tem um blog) que tem um blog e tá sempre te perguntando o que você achou do último post dele, mas você nem lembra o endereço do blog? Seus problemas se acabaram-se!
Você pode ter tudo isso em uma única página, o Reader. Você tem que criar o seu próprio em um site agregador de feeds (clique aqui para uma lista da Wikipédia de agregadores), e então é só assinar o conteúdo dos blogs que você quer ver. Logo que um desses 250 blogs que você olha for atualizado, essa atualização aparecerá no seu Reader e você verá tudo em um só lugar, sem ter que fazer a peregrinação diária...
Parece difícil, mas na verdade é barbada.
O endereço do feed do Contratempos Modernos é
Mas o bonequinho vai ficar aqui do lado por um tempo para ajudá-los a se lembrar.
20 julho 2008
18 julho 2008
17 julho 2008
Parabéns, Contratempos Modernos! 2 aninhos!
EEEEE! Hoje é aniversário do Contratempos Modernos! 2 aninhos levando alegria para os seus 10 leitores e ajudando a manter a sanidade mental do autor.E hoje também é aniversário da Disneylândia (será que essa conjunção astral significa alguma coisa?) e aniversário do fuzilamento do Czar Nicolau II e sua família (espero que conjunção astral não signifique nada).
Mas enfim, vamos todos cantar juntos, com ajuda da nossa maravilhosa versão de Happy Birthday para analfabetos.

Bjs e abraços.
16 julho 2008
Order/Chaos
Ôu, dica cultural. Quem por acaso estiver passando pela cidade de Fredericton, no Canadá, dê uma olhada na exposição Order/Chaos, no Charlotte Street Arts Centre. Tem um trabalho que eu fiz em conjunto com a Raquel Alberti, a Giovana Vazatta e a Fernanda Barroso que foi selecionado para esta mostra.
15 julho 2008
A melhor piada de todos os tempos!
14 julho 2008
13 julho 2008
11 julho 2008
Cuca Fundida
Outro dia eu estava falando com o Labareda, meu conselheiro, que me perguntou porque eu não estou desenvolvendo nenhum personagem no momento. A gente comentou que é mais fácil ter o trabalho reconhecido através de um personagem e tal... Desde então eu fiquei com isso na cabeça. Como eu poderia fazer para desenvolver um personagem nas tiras mudas.
Primeira coisa que eu pensei foi que eu tenho que desenvolver um personagem que se adapte às diversas situações que a tira propõe, um personagem num dia possa ser um egípcio e no dia seguinte um general da segunda guerra. Nos quadrinhos temos vários casos desse tipo, o que me passa na cabeça agora é o “Frank e Ernest”, que são mais uma imagem do que uma personalidade. Um dia eles estão num restaurante americano e no dia seguinte são romanos antigos.
Então, hoje estava fazendo um trabalho lá no atelier com a imagem do Fritz, O Gato; quando pensei que um personagem gato é uma boa solução. O único problema é que gatos que participam de situações surreais são muito comuns nos quadrinhos, além do Fritz, já temos Felix, o Krazy Kat (o mais surreal de todos) e muitos outros. No universo do desenho animado tinha a Pantera Cor-de-rosa (que nao é gato, mas ainda um felino). Porque será que gatos se prestam a isso? Não sei. Fazer animais humanizados faz parte de manter a surrealidade do trabalho. E felinos seriam especialmente doidos? Talvez. Mas na verdade não interessa, pq eu já descartei a possibilidade de fazer um personagem gato.
Eu poderia fazer um personagem humano mesmo. “Frank e Ernest” são. E eu pensei em outra coisa. Nos filmes, o Carlitos funcionava mais ou menos assim. O personagem era o mesmo, mas um dia ele trabalhava num circo, no outro era mineiro no alasca (sem mudar de figurino) ou um barbeiro judeu. O importante é criar uma figura forte, uma característica forte. Todo mundo reconhece Carlitos pelo bigodinho.
Ainda não sei o que vou fazer quanto a isso, mas estou pensando nessa possibilidade.
Primeira coisa que eu pensei foi que eu tenho que desenvolver um personagem que se adapte às diversas situações que a tira propõe, um personagem num dia possa ser um egípcio e no dia seguinte um general da segunda guerra. Nos quadrinhos temos vários casos desse tipo, o que me passa na cabeça agora é o “Frank e Ernest”, que são mais uma imagem do que uma personalidade. Um dia eles estão num restaurante americano e no dia seguinte são romanos antigos.
Então, hoje estava fazendo um trabalho lá no atelier com a imagem do Fritz, O Gato; quando pensei que um personagem gato é uma boa solução. O único problema é que gatos que participam de situações surreais são muito comuns nos quadrinhos, além do Fritz, já temos Felix, o Krazy Kat (o mais surreal de todos) e muitos outros. No universo do desenho animado tinha a Pantera Cor-de-rosa (que nao é gato, mas ainda um felino). Porque será que gatos se prestam a isso? Não sei. Fazer animais humanizados faz parte de manter a surrealidade do trabalho. E felinos seriam especialmente doidos? Talvez. Mas na verdade não interessa, pq eu já descartei a possibilidade de fazer um personagem gato.
Eu poderia fazer um personagem humano mesmo. “Frank e Ernest” são. E eu pensei em outra coisa. Nos filmes, o Carlitos funcionava mais ou menos assim. O personagem era o mesmo, mas um dia ele trabalhava num circo, no outro era mineiro no alasca (sem mudar de figurino) ou um barbeiro judeu. O importante é criar uma figura forte, uma característica forte. Todo mundo reconhece Carlitos pelo bigodinho.
Ainda não sei o que vou fazer quanto a isso, mas estou pensando nessa possibilidade.
10 julho 2008
08 julho 2008
04 julho 2008
Livros
02 julho 2008
Rise from your grave!

Hoje eu acordei poético. Acordei com o texto dessa tira na cabeça, e ele era tão forte que eu não consegui fazer uma tira muda.
Uma das coisas boas de ser adulto é poder desenhar cemitérios e zumbis sem que o pessoal da coordenação pedagógica chame seus pais e tentem convencê-los de que você é um serial killer.
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