30 novembro 2006

The End.
Assim chega ao fim a fantástica, maravilhosa, explêndida e vitaminada aventura do Robô Escarlate. Espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu.

Bom, vou indo que eu tenho que ler mais um capítulo do livro sobre a Pós-Modernidade. O nome desse capítulo é legal : "Do sacrossanto não ao zero patafísico". Que beleza!!!
Como diria o José Simão:
"Vai indo que eu não vou.
Hoje, só amanhã.
Vou pingar meu colírio alucinógeno."
Fui

29 novembro 2006

Citando o que Arnold Schwarzenegger (ou Xônisréguer, como dizem por aí) declarou em seu discurso de posse para o segundo mandato como governador da Califórnia:
- "Eu adoro uma seqüência."

Não é qualquer blog pós-cômico-filosófico-cultural-satírico que tem cacife para citar Schwarzenegger assim. Te mete...

I'll be back!

27 novembro 2006

26 novembro 2006

Será que eles conseguirão fazer o Robô voltar ao normal? Bom acho que o dinossauro gostaria que ele voltasse, mas diferente.... vejamos o que acontece na seqüencia!

25 novembro 2006

Opa,
adorei esses vídeos do Youtube.

"Darth Vader being a jackass"

http://www.youtube.com/watch?v=Tao_mvcL-vA

e o clássico do "As arveres somos nozes"

http://www.youtube.com/watch?v=JqIeVYIUKxk

bjos para todos e bom domingo

24 novembro 2006

Semana passada eu escrevi um review sobre a Pollyanna e então foi pedido que eu escrevesse sobre “O Pequeno Lord”. Mas esse livro eu não li, não vi o filme, ninguém me contou a história, nem a novela eu vi..... então vou tentar reproduzir aqui o comentário de um filósofo que conheço a respeito deste livro. Na verdade, ele fez uma singela porém profunda comparação entre esses dois personagens que primam pela bondade e pela visão otimista do mundo que os cerca. Tão sintética mas densa e carregada de significado análise literária não poderia deixar ser percebida e registrada por esse blog que tem comprometimento com a arte e o pensamento crítico. Espero conseguir reproduzir aqui as sutilezas e reentrâncias que denotam a profundidade do pensamento pronunciadas por tão eloqüente orador:

- “A Pollyanna é uma f... , filha de um missionário pé-rapado enquanto o Pequeno Lord é um ricaço que mora num castelão do ‘carái’. Se eu fosse ricão que nem ele, eu ia achar tudo lindo também, mas a Pollyanna é uma otária mesmo.”

Após tal pensamento arrebatador, digno de um mestre em filosofia, não me resta nada além de me retirar a minha insignificância para tentar digerir e compreender tamanha quantidade de sabedoria.

23 novembro 2006

Minha mãe acha que técnicos de eletrodomésticos e, principalmente, os técnicos em informática (computador é um eletrodoméstico? ) são algo como xamãs, curandeiros e médicos em geral. Eles chegam, fazem umas mandingas, dizem umas palavras que a gente não entende e a coisa toda volta (às vezes) a funcionar.
bjs

22 novembro 2006



É.....normalmente as coisas não são o que parecem....ou são.
Bom, então normalmente elas ou são, ou não são o que parecem.... mas as vezes elas são mais ou menos o que parecem....
Concluindo, normalmente as coisas são o que parecem, ou não são ou são mais ou menos.

Mas tudo depende do ponto de vista. As coisas "parecem" para quem? Mudando o observador, a mesma coisa pode passar a ser, não ser, ou ser parcialmente o que parece.

Puts, isso tá parecendo papo de marido que foi flagrado na cama com outra....

Mas por quê eu comecei essa história mesmo? Nem lembro mais....

Agora MESMO que ficou parecendo história de marido que foi flagrado na cama com outra.

Melhor parar por aqui.

bjs

20 novembro 2006

Essa história me lembra uma coisa que aconteceu comigo uma vez.
Tava eu, um alemão, um português, o Papa, um papagaio e uma loira dentro de uma avião caindo. Daí, só tinha um paraquedas..... ah, não, é outra tira que me lembra essa história, então deixa pra lá.
O Luiz foi viajar!! Alguém aí faça comentários, senão eu fico falando sozinho!!!
bjs e boa terça
E quando eu fiz essa tira, eu nem tinha lido "O Guia do Mochileiro da Galáxia". Se eu já tivesse lido, eu saberia que a resposta para a pergunta fundamental sobre a vida, o universo e tudo mais é 42.
Puts, agora vou passar o resto do dia me perguntando "quem somos?", "para onde vamos?", "de onde viemos?", "o que vou almoçar hoje?"....

Mas como diria o Dr. House: "Parecemos muito mais inteligentes fazendo perguntas do que não sabendo respondê-las".

Bjs e uma segunda bastante questionadora para todos.

16 novembro 2006

É, pelo visto a Pollyanna não tem no resto do Brasil a força que tem aqui no sul. Então vou fazer um post cultural hoje.

Pollyanna é um livro sobre uma menina de 11 anos que, após a morte de seus pais, vai morar em outra cidade com sua tia, que, obviamente, é má que nem o capeta em dia santo. E a menina Pollyanna e boa, boa, boa, boa, boa, boa.... assim, que nem as avós gostariam que as netinhas fossem, por isso dão esse maldito livro para as meninas lerem, em uma atitude completamente “lavagem cerebral”, algo muito próximo de lobotomia.
Mas, continuando a história, por mais que a tia e a vida sejam más para a pobre Pollyanna, ao invés de ela virar Emo, ela joga o “Jogo do Contente” que aprendeu com o seu pai (não o seu, o pai dela) no dia em que esperava ganhar uma boneca e recebeu um par de muletinhas (??). Seu pai (o dela, não o seu) explicou que sempre existe algo dentro qualquer coisa, por mais que a coisa seja triste e bizarra, que é capaz de nos fazer contentes, e ela então ficou contente por não precisar das muletinhas que tinha ganhado (??????). Depois desse dia, criou o jogo de procurar em tudo que há ou acontece, alguma coisa que a faça contente, e o ensina sempre que encontra alguém triste, aborrecido ou mal-humorado. Então ela contagia a cidade inteira com o seu "jogo do contente", ensinado por seu pai (não o seu, o pai dela), e, assim, faz com que todos sintam carinho e se preocupem com ela (que nojo, eu preferia que ela tivesse virado Emo).
Muitas pessoas que eu conheço fora obrigadas por suas mães e avós a lerem o livro da Pollyanna. Algumas conseguiram passar sem seqüelas por essa experiência, mas muitas são vítimas irremediáveis do jogo do contente. Muitas vidas foram destruidas, façamos um minuto de silêncio por elas....

Se vocês se sentiram tocados por essa triste história das vítimas do jogo do contente, entrem na comunidade “Foda-se a Pollyanna” http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5567665

Depois da ONG “Viva Cazuza” que contribui para melhorar a viva dos portadores de HIV, acho que vou fundar a ONG “Morra Pollyanna”, para dar uma vida melhor para os portadores do JDC.

Falou, tô indo ligar para o Thomas Harris pra perguntar se a mãe do Hannibal Lecter obrigou ele a ler isso. Tenho quase certeza que sim, depois eu confirmo.
Essa tira é em homenagem a Raquel, que inventou a máxima "f....-se a Pollyanna". Se não foi ela que inventou, pelo menos divulgou. Na tira tá escrito "Dane-se a Pollyanna", para ficar publicável.
bjs

15 novembro 2006


Hoje é feriado..... República!!!!
Vocês não querem que eu trabalhe, né?
ainda mais que eu tô com uma gripe muito forte.
Eu nem ia postar nada hoje, mas já que eu não ia postar nada, resolvi fazer um jabá aqui.
Sábado a Roadhouse Band, dos meus amigos Fábio Hecht (guitarra) e Diogo Porto (teclado), vai tocar na Garagem Hermética, aqui em Porto Alegre.
As outras bandas que vão tocar eu não conheço, mas a Roadhouse eu agarantio!!!! É muito boa!!!
Bjs e bom feriado para todos.

13 novembro 2006

Uau, post de número 100!!! Vamos comemorar!!! Não achei que esse blog ia durar tanto assim!!!
Bjs e obrigado a todos os leitor deste blog.
Não costumo fazer mais de um post por dia, mas tô vendo que hoje vai ser um dia em que vou fazer várias coisas que não costumo.
O Labareda fez uma pergunta fundamental. Por quê o Pateta fala e o Pluto age como cachorro? A resposta é simples.
O Pluto é preguiçoso (igual as pessoas q estao fazendo doutorado na Bélgica e ficam lendo blogs e perguntando coisas sobre desenhos animados ao invés de trabalhar), e sabe que a vida de cachorro é muito mais fácil que a vida de humano. Ser cachorro é só comer, dormir, dar em cima da cadelinha bonitinha e fugir do bulldog. Então ele fica caladão na dele.
Já o Pateta, como o próprio nome diz, é pateta. Quer dar uma de humano, trabalhar, praticar esportes, dirigir.... e, por isso, fala com as pessoas.
Fazendo uma releitura da música do Stereoplásticos:
"Eu quero ser o Pluto"..... não, não ia ficar legal uma letra de música assim, o povo ia entender outra coisa.....

12 novembro 2006

Tá loco!! Dobradinha!!! Desculpem-me leitores por fazê-los lembrarem de dobradinha numa segunda-feira. Não quero estragar a semana de ninguém. Só existem duas coisas piores do que dobradinha. Uma delas me aconteceu sábado. Eu tomei cerveja....... mas eu não quero falar sobre isso.
Oba, feriado na quarta!!!! Me redimí de tê-los lembrado que dobradinha existe lembrando que quarta é feriado?
Boa semana para todos.

P.S. Se alguém aí quiser me convidar para jantar, lembrem-se que não dá par ser dobradinha com cerveja, OK?
Uhu!! Texto de artista!!! Documento!!! Tô me sentindo tão importante de ter que falar sobre a minha produção!!!

O Labareda perguntou por quê o Dinossauro é um dinossauro e todas os outros personagens são humanos. Minha resposta é a seguinte. Ele é um dinossauro para mostrar que ele é diferente das outras pessoas. Ele podia ser ruivo... Aí o Labareda ia perguntar “Por quê o Ruivo é ruivo e os outros personagens são humanos?”.
Mas por quê fazer um personagem dinossauro? Porquê “humor” para mim é como é “sexo” para a Luciana Gimenez: bom é quando tem um dinossauro envolvido.

Ele é um dinossauro pq ser um dinossauro representa o que quero passar com a personalidade dele, uma figura contrária a do robô. Aliás, o robô surgiu depois, então ele é que surgiu para ser uma figura contrária a do nosso amigo jurássico.... mas pq a princípio eu fiz um dinossauro? Por quê eu queria fazer um personagem que fosse alguém que acredita em valores antigos, alguém que fosse “old-fashioned”, que não se encaixa nos problemas contemporâneos, que vivesse de uma maneira extrema os contratempos modernos.... e ninguém é mais fora da atualidade do que um dino.
Os outros personagens são humanos pq a história se passa nos dias de hoje, onde os dinossauros são a menor minoria étnica que existe. Eventualmente um outro pode aparecer, mas eu duvido muito.... o cachê do Barney tá muito alto e o Dino da Silva Sauro tá fora de moda.

Abraços

10 novembro 2006

Este cartum eu fiz para me inscrever em um salão... nem me lembro mais qual era....
Mas não faz diferença, eu não fui selecionado mesmo.....
Bj e bom findi para todos

09 novembro 2006

08 novembro 2006

Essa tira participou de um trabalho que eu fiz no Instituto de Artes. Uma das minhas várias tentativas de usar meus quadrinhos para fazer "arte". Eu sempre me pergunto onde eu estava com a cabeça quando fiz aquilo...

07 novembro 2006

Minha mãe nunca deixou eu correr com o carrinho de supermercado pelos corredores....

05 novembro 2006


Eu ia colocar hoje um texto sobre o neomomento do vanguardismo de retaguarda, mas achei que vocês iam preferir a tira.
boa semana para todos.

04 novembro 2006

Pra comemorar a minha falta de assunto, eu vou indicar dois sites que me mandaram essa semana.

http://www.wulffmorgenthaler.com/

e

http://www.gardenal.org/mauhumor/

Abraços e bom domingo com Grenal.

02 novembro 2006

Esse cartum foi feito em parceria com um amigo meu, o Ovidio. Ele é budista e teve uma idéia para um cartum sobre budismo, então me contratou para fazer o desenho.
Tá, vou ter que explicar o cartum para quem não é budista. O esquema é o seguinte. Os budistas acreditam que a pessoa é formada pelo "self", que é tudo o que ela é, mas também é formada pelo "non-self", que é tudo o que ela não é.
Então, uma fila de monges comendo num restaurante "Non-self service".....

Puts, ter que explicar piada é horrível....
Abraços e bom fim de semana.
Todos heróis antigos passaram por reformulações e se transformaram e personagens "atuais". O Super-homem morreu e voltou igual-mas-diferente, o Batman ficou paralítico e voltou (?????) mais psicótico, o Aquaman perdeu um braço....
Fora que bonecos palitinhos comandam o batatal do além, como diria o Luiz.
Abraços